E os anos passavam, sem que nada fizesse para alterar a situação. Talvez até a piorasse propositadamente, para defesa do menino assustado que calava em si.
O seu coração há muito se fechara, capaz apenas de recordar em silêncio o amor da mãe. Que partira.
Ficara só. O seu estado natural, pois não se dava aos outros. Afastava-os. Inspirava-lhes medo.
O medo que de si próprio transpirava…
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