Tenho pensado, sobretudo, na desilusão que sentirão aqueles que predisseram o fim do mundo baseando-se numa interpretação ignorante da sabedoria Maia; como ficarão desapontados por o seu vaticínio não se concretizar!
Penso também nessa angústia tão terrível que a incerteza sobre o fim causa, e que leva a esta necessidade de marcar uma data para o seu encontro… O desconhecido é certamente assustador, se não o aceitamos com naturalidade.
Certo é que a morte é certa. Um dia, serenamente, haveremos de a encontrar… até lá, só existe o presente.