domingo, 12 de fevereiro de 2012

A guitarra

Sublime som sentido.
Arrepio rente ao pranto.
Fado maltratado,
ferido de morte,
sem sorte ou consorte…

Soa a guitarra, dorida.
Sentida é a dor de quem toca;
Toca no fundo
daquele que a ouve
e recorda, sentida  a sua dor,
que sorte não houve
que as lágrimas levasse…

E é assim que se afogam,
no afagos das cordas,
tristezas e mágoas
da dor sentida, entregue e perdida…
Ao som da guitarra.

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